#PraCegoVer - Imagens de atendimento na Farmácia Básica, USC Central, ESF Abigail da Silva Ramos e estoque de remédios

#Semcos –

Lei obriga investimento municipal de R$ 42 mil/ano; Até 18 de agosto custo já chegou há R$ 452 mil

A secretaria municipal de Saúde de Mundo Novo anunciou que a Farmácia Básica do município está com o abastecimento garantido até o final do ano. Uma nova licitação, de R$ 30.679,90 foi realizada no último dia 30, e garante ao setor a sua normalidade.

Segundo o responsável pela Farmácia Básica, farmacêutico Thiago Prardo, cerca de 90% dos medicamentos estão sendo ofertados. Dos 180 itens – integrantes da Resme (Relação de Medicamentos do Estado) -, de dez a quinze (10 à 15) estão em falta diante da dificuldade dos laboratórios em produzir e, consequentemente, entregar o medicamento licitado.

Evaldo Carlos, secretário municipal de Saúde, apontou que o investimento no ano passado no setor já foi ultrapassado neste ano. Em 2017 foram R$ 380 mil. Neste ano, até 18 de setembro, R$ 452 mil já haviam sido investidos em medicamentos.

LEI OBRIGA MUNDO NOVO A GASTAR R$ 42 MIL/ANO; SÓ ATÉ 18 DE AGOSTO FORAM R$ 356 MIL DE RECURSOS PRÓPRIOS

É obrigatório o gasto de R$ 2,36 por habitante em medicamentos, para o governo municipal, o que aponta como obrigatório pouco mais de R$ 40 mil (R$ 42.480,00) anual. Porém, só até 18 de agosto (8 meses e meio), o Governo de Mundo Novo já investiu R$ 356 mil reais de recursos próprios.

A Farmácia Básica municipal tem o apoio do governo do Estado e do governo federal. São R$ 42.480,00 (Quarenta e dois mil quatrocentos e oitenta reais) do governo estadual e R$ 110.440,00 (Cem mil quatrocentos e quarenta reais) do governo federal. Somando os dois convênios o apoio anual ao município, do Estado e da União, é de R$ 142.920,00 (R$ 11.910,00 mensal).

RESPONSÁVEL EXPLICA QUE A COMPRA DE MEDICAMENTOS É UMA PARCERIA PÚBLICO/PRIVADA

Thiago Prardo frisou que a compra de medicamentos é feita em parceria público/privado, ou seja, em muitos casos algumas faltas se dão por atraso na parte de entrega.

As empresas alegam em alguns casos que os medicamentos não estão na sua linha de produção e que irão fazê-lo, ou que o preço está defasado e pede um reajuste. Em caso de negativa do município, a entrega do medicamento fica suspensa até a solução do caso.

A Farmácia Básica conta também com a farmacêutica Dilmara, o técnico em farmácia Matheus e com os estagiários Paulina e Rafael. O horário de atendimento, no UBS (Unida Básica de Saúde) Waldir Pazotti é das 7h às 11h e das 13h às 16h. A oferta de medicação ainda acontece pelo ESF Abigail da Silva Ramos, no ESF Pedro Ramalho, e nas reuniões do Hiperdia – Programa para Hipertensos e Diabéticos.